quinta-feira, 19 de maio de 2011

(ES)TUDANTINA EM ESTOCOLMO

 

A Estudantina, ou grupo de amigos da Estudantina, não pára de surpreender. Desta feita, e após meses de planeamento e dura negociação, a Ex-tudantina aceitou participar num teste piloto sob o tema : “crise – há vidas mais baratas, mas essas não prestam para nada”. Utilizando a despedida solteiro surpresa do Strubert como pretexto, 23 corajosos Estudantinos, viajaram até à Suíça a fim de participar nesta valorosa experiência cientifico-politica, aproveitando na mesma viagem para conhecer a nova família do violinista Strubert (uma verdadeira aventura 2 em 1).

A aventura começou a ganhar contornos em meados de Fevereiro quando Strompert, o violinista poligolota, decidiu anunciar que estava noivo e, em Portugal surgiam os primeiros indícios da chegada do FMI. Cedo se juntou o alto comissariado da Suécia, para organizar e planear todos os pormenores da viagem, estadia e respectiva rigorosa orçamentação. A adesão foi total com a contribuição de quase todos, e facilmente se agendou a surpreendente aventura para o fim de semana de 25 a 27 de Março.

Alex e Freud, serviram de embaixadores e partiram dias antes da restante comitiva de modo a verificar que todas as condições de segurança, alojamento e comunicação estavam asseguradas.

Na madrugada de dia 25 a comitiva juntou-se e iniciou a jornada rumo ao Oriente…para Estocolmo. Já com o representante dos emigrantes portugueses em Espanha a bordo, sem perder tempo, a comitiva iniciou os contactos com a população a bordo do avião, de modo a poder avaliar melhor as suas necessidades.

Chegada a Estocolmo:

À Chegada ao aeroporto de Arlanda, o recém nomeado ministro das finanças Línguas, tratou de recolher os fundos necessários para o fim de semana, enquanto que o ministro da administração interna e traduções Confessor providenciava transportes para todos.

Na Assembleia, edifício inteligentemente aproveitado também para Hostel, onde Sassi , representante dos emigrantes Portugueses espalhados pelo resto do Mundo e arredores, esperava a comitiva, os deputados foram divididos consoante as suas convicções:

- 10 na sala do Movimento Independente Roncos e Sibilos;

- 7 na sala da Coligação Omeprazol Solidário, cujo lema “Não sejam materialistas” foi levado à risca;

- 6 no salão do Grupo Pouca Exigência - aceitamos todos excepto aquele senhor que se parece com um moscãoteiro. (nota: por lotação esgotada nas restantes salas, o moscãoteiro acabou por ser aceite).

Depois de devidamente instalados, e libertadas as primeiras ideias no trono, era tempo de surpreender o presidente honorário da Assembleia (Scooter), rumando ao seu emprego. A viagem de Metro serviu como montra do que se poderia passar durante o fim de semana: frio e muita serenata à camone! Strubert certamente não sabia o que o esperava.

1ª Assembleia:

Quando Strubert esperava receber na sua última reunião do dia, a sua futura esposa, teve que contentar-se com 23 amigos prontos para transformar um fim de semana de descanso numa completa experiência alucinante de 2 dias…. Surpreendido, Strubert liderou os latinos até ao local do primeiro Plenário, onde o Português mais brasileiro de Espanha que habita em Itália (Angel) aguardava impacientemente pela chegada dos seus companheiros para dar início aos trabalhos. Havia muito trabalho pela frente, e os deputados sedentos de acção lá foram debitando as primeiras notas, solicitando mais e mais rodadas de ideias, espalhando pelo povo presente novas ideologias serenateiras, fados alegres e espírito latino. Nesta fase a operação “Despedida de Solteiro do Studer” transformou-se simplesmente na “Despedida do Studer”. Depois de muita discussão, a assembleia foi convidada a relaxar num famoso bar de Champagne (palavra suficiente para levar Alex até ao fim do Mundo). Foi nesse bar que os Estudantinos deram mais nas vistas, Cardoso deixou marca demonstrando que vinho cerveja e whisky não podem ser misturados com champagne, Zebas demonstrou que a servi-limpa pode ser um bom negócio, e viu-se pela primeira vez na história a Extudantina dar mostras de tolerância cantando serenatas num bar cheio de amigos do primo do Raí (J.Castelo Branco).

Era tempo de fazer as contas….

Contas feitas, o estudo revelava que a assembleia tinha vivido acima das suas possibilidade e assim, aos deputados restavam 2 opções: Solicitar ajuda externa ou ir ao bolso de cada um.

Lopez, o representante da classe que não consome mas paga pelo que os outros consomem, depositou o seu voto de confiança no alto comissariado e não refilou….

Para afogar as mágoas, a comitiva, já na companhia de Semáforo representante dos caixeiros viajantes que perdem aviões, deslocou-se para um local tranquilo para testar os índices de tolerância dos porteiros locais. DuarteAgnan, esteve durante horas a testar a sua memória, decorando cada traço dos intolerantes porteiros locais, comprovando que em Portugal não há mau vinho, apenas má memória. Curiosamente, nesta altura, um fenómeno paranormal afectou todos os telemóveis dos Dantinos. A noite não podia terminar sem que Sassi tentasse boicotar todas as acções do plenário, combinando um golpe de estado com os terroristas locais – (In)felizmente o seu telemóvel não foi suficiente para convencer os gangsters e os seus planos não foram concretizados.

Por outro lado, Apito conhecedor profundo da máfia dos Táxis de Estocolmo deu lições de moral aos senhores da estrada, mostrando que possui um GPS incorporado.

As ruas aos S’s de Estocolmo não se apresentaram como dificuldade acrescida para os portugueses, todos chegaram bem a casa.

Frase da noite: “I love it” – reacção nativa após ouvir a serenata à Camone.

2º Dia – 2ª Assembleia

O segundo dia iniciou-se bem cedo, com muitos dos deputados a optarem por fazer um reconhecimento turístico do local. Strubert juntou-se à comitiva bem cedo munido de pequeno almoço trazendo consigo planos de estabilidade para o resto da experiência. O Plenário reuniu-se novamente à mesa para debater o salmão local, lamentar os gastos excessivos do passado e tentar solucionar o futuro. Pairava no ar uma refeição no Macdonalds ou pior, um regresso a casa de estômago vazio, mas foi aí que a assembleia decidiu vetar a ajuda exterior e deitar as mãos à obra – Era tempo de trabalhar para construir riqueza.

Munidos dos seus intrumentos musicais, os Estudantinos, deitaram mãos à obra e foram para a rua encantar o povo. Em formação, à antiga, a tuna deu mostras de “quem sabe nunca esquece” (mais ou menos), e mesmo com pandeiretas virtuais os tunos conseguiram transmitir a sua mensagem, Xuxu colocou tudo a arder com os seus acordes cintilantes, enquanto que Mata procurava um “spotlight” que tardava em aparecer. Nem as afinadas citaras que mais pareciam bandolins passaram despercebidas e abrilhantaram as actuações. Durante as actuações reinou a unanimidade, bem como a organização, o publico não se cansava de aplaudir e decidiu apoiar a causa dos portugueses.

Após o trabalho, os deputados tiveram direito a visita guiada pela cidade.

3ª Assembleia

A 3ª Assembleia teve lugar num espaço fechado ao público e, apesar dos muitos curiosos que iam aparecendo, os Estudantinos foram conseguindo afastar paparazzis, jornalistas, enfim… fauna em geral, com sucesso. Para esta assembleia estava agendada a presença da Chanceler da Lithuania Senhora do Condado Strubert, e foi com muita honra que os deputados a souberam receber e brindar com a simpatia do costume. Caçador, orador multilingue, liderou nos discursos, ao passo que Angel – líder do movimento Ibéria Unida com capital em Viseu, mas é melhor ser em Chaves – aprendia como livrar o seu país da ajuda externa.

No final o Alto comissariado, comunicou que não seria necessária ajuda externa, pois o trabalho tinha compensado. Como forma de prémio todos os deputados estavam convocados para uma sessão de Ópera.

À entrada da Ópera, onde hordas de limusinas faziam fila para largar os seus senhores, parecia que a entrada dos tunos não era aguardada, mas apesar das intermináveis filas que se acumulavam junto das portas, todos os porteiros chamavam pelo grupo de Vítor Carvalhal para que este pudesse ocupar o melhor espaço da Ópera. E assim foi…

Lá dentro, um ambiente digno de figurar num filme de James Bond, deixava os portugueses como peixes na água e foi fácil verificar como é bom descontrair depois de um bom dia de trabalho. No final da noite, os deputados rumaram a casa com a sensação de missão cumprida, uns lutando por lume outros desesperadamente aguardando pelo regresso da águia do Benfica que teimou em não pousar! Todo o local era bom para uma serenata!

Frase da noite: “Não sejam materialistas”

3º Dia – Um Herói improvável

E ao terceiro dia, findos os trabalhos, estava na hora da despedida. Strubert despediu-se da assembleia, enternecido pela visita, e os deputados puderam rumar a casa.

Já no avião, os tunos não se fizeram passar despercebidos, apesar de dispersos pelas várias filas do Boing 878 (modelo que nem o Micael conhecia), despertavam a curiosidade quer pelo traje que alguns envergavam quer pelos movimentos irregulares causados pela água consumida na noite anterior. A meio da viagem, depois de alguns safanões e turbulência, a tripulação solicitou a presença de um médico na secção de primeira classe. Prontamente Pedro Santos, agente de todos os médicos da EUL, num só chamamento acordou Alípio que se encontrava de chamada, junto a uma janela, e partiu em auxílio do passageiro indisposto. Depois de lhe aplicar as receitas do costume (cerveja), e estas não terem surtido efeito, o médico viu-se forçado a aplicar medicina menos convencional e salvar o passageiro enfartado da morte certa. Assim para animar a malta, o voo foi forçado a aterrar em Zurique, (onde a EUL nunca tinha estado). No final o médico retornou ao seu lugar, sendo aplaudido de pé pelos restantes passageiros, bajulado pelos seus colegas deputados e adorado pela tripulação que, em forma de agradecimento por este salvamento, lhe ofereceram 500 pontos na sua carteira de médico.

Assim a EUL retornou a Lisboa com mais umas histórias para contar e um novo herói para as futuras gerações.

Conclusões deste estudo: Quando se vive acima das possibilidades, só se evita a ajuda externa se se deitarem mãos à obra. Sem trabalho não há fortuna.

 

Próximo Destino: Bologna 2012!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Naipe no Mundial de Londres – dia 2

2º dia – o primeiro jogo – 10 de Junho dia de Portugal

O conforto dos quartos permitiu aos nossos representantes uma boa noite de descanso (a uns mais que outros), tendo todos cumprido o passeio matinal de descompressão previsto das 10 da matina. A busca do trono dourado parecia impossível, Gimenez Lopez o internacional português com o nome mais estrangeiro de todos, partiu inclusivamente numa cruzada infindável pela cidade fora em busca do trono encantado.

À partida o jogo parecia ganho, no papel o favoritismo da EUL era inquestionável, no entanto em jogos destes há sempre surpresas. Cumprindo as ordens de Mister grande, houve quem almoçasse e quem não almoçasse, e mais ou menos todos entraram no barco rumo a Greenwich com a vitória em mente. No aquecimento, o dream team português lançou acordes a toda a velocidade, encantando até a vendedora dos bilhetes. A bordo do barco mais veloz de Londres, a EUL foi encantando todos os passageiros, muitos dos quais recusaram abandonar o barco mesmo quando já tinham chegado ao seu destino. A custo, a EUL desembarcou, e entrou em campo na faculdade de Greenwich utilizando a táctica do morcego (nota: táctica do morcego, famosa táctica lançada por Herr Caçadas no mundial de 92, onde os valentes jogadores simulavam ter asas, utilizando as suas capas negras para assustar os adversários). Ao fim de uma longa caminhada pelo campo verdejante, deixando o público ao rubro, os tunos chegaram ao tão afamado meridiano, para descobrir que o jogo tinha sido cancelado, os portugueses venceram por falta de comparência do adversário e do público. Aparentemente o dia de Portugal (10 de Junho para uns), é celebrado em Londres no dia 13 (data em que Portugal acenou à rainha, concordando com o acordo do caminho cor de rosa). Assim, a primeira vitória no Mundial estava garantida, o meridiano já cá canta!

Para celebrar, a dantina juntou-se no pub da esquina (o bar mais próximo) para a primeira prova de cerveja oficial. O momento alto da tarde deu-se aquando da chegada dos últimos reforços da comitiva portuguesa provenientes da Inglaterra do Allgarve. Com Pipas e a sua sanfona, Rei Artur sem a sua excalibur, a comitiva portuguesa estava finalmente completa, estava na hora de brindar, e começar a mostrar todo um repertório de música do mundo português.

Chegava finalmente a hora de jantar, perto das 23h, e já com praticamente tudo o que servia refeições fechado, foi fácil escolher um restaurante para o tão esperado repasto. A fome era negra e o menu não dava espaço a dúvidas, estava na hora de comer um hambúrguer ou uma fajita, regado com cerveja ou vinho.

À mesa, a equipa técnica reunia e delineava o plano de ataque para os dias seguintes, enquanto que a plebe tocava e animava o restaurante (tanto o porteiro como o casal que estava na mesa ao lado, não tiraram os olhos dos cangalheiros de Lisboa). Por volta das 2 da matina, o restaurante queria fechar, mas os tugas não arredavam pé. Felizmente, e ao contrário do que se passa na outra selecção nacional, à saída do restaurante todos seguiram as indicações do Mister, nem as estrelas mais cintilantes ousaram opinar ou apresentar destinos alternativos ao west end, ou east end…ou lá o que era.

Foi nesta fase que o grupo se dividiu em 2, de um lado os tunos mais utilizados (Mr.Saints, Mr.Medic in the army, Mr. Lawyer from Viseu, Mr. Engineer like the Prime minister, entre outros), e os menos utilizados, tendo os primeiros recolhido ao conforto do hotel conduzidos por um motorista do sri Lanka, e o segundo grupo rumado à zona “bem” de Londres. Plantados na zona bem, a táctica utilizada foi a de Carlos Queiroz (nota: táctica Carlos Queiroz – jogar na espectativa, defender bem e atacar pela certa, nem sempre recorrendo às melhores opções do plantel). Com Caneira a fazer de Cristiano Ronaldo (olhos postos na baliza), foi à porta das discos que os tugas fizeram maior sucesso, foi lá que começaram a tocar para encantar, utilizando como arma secreta a sabedoria que o naipe já vem incutindo no grupo há muito tempo: A serenata à camone! (para este público nem o “black adder” surpreendeu)

A Serenata foi sem dúvida quem quebrou a muralha defensiva, despertando a curiosidade do público, e o sorriso rasgado dos tunos. À medida que se aglutinavam curiosos para ouvir os “padres de preto”, choviam discos pedidos, até que chegou a hora da “dança do sapatinho”, onde até autógrafos foram assinados. Os bravos guerreiros trouxeram o troféu para casa e recolheram hotel com o sentido de missão cumprida!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Naipe no Mundial de Londres – dia 1

Faltavam poucos dias para o Mundial, e todos os jogadores aguardavam pacientemente a lista final dos convocados. Todos sabiam que o mister Grande só poderia levar 25 Magníficos para Londres, e haviam 30 pré-convocados.  No dia da partida tudo seria definido.

Na véspera da partida surge o primeiro comunicado oficial da equipa médica da comitiva:
“por motivos de lesão psicológica (excesso de bifes), Sir Alex, fica de fora da convocatória; “RantanPlan” não poderá viajar pois o avião não é à prova de roncos, logo fica fora da convocatória, “Raí” não recuperou da lesão laboral, e ficará em Lisboa a trabalhar; “Confessor” não recuperou a tempo da sua fractura exposta do 5º meta tarso do perónio direito, e para além disso vai ser pai outra vez; “Línguas” não vai porque não quer.”

Assim, às 8 em ponto (dependendo do ponto de vista) de dia 9, um a um lá foram chegando os jogadores, trajados a rigor (uns mais a rigor que outros), exibindo orgulhosamente capas ora pretas ora azuis, ora num “degrade” em tons de castanho verde e preto.  Devido à possível greve dos transportes muitos foram os que chegaram “à pele” arriscando ficar em terra.
Prestes a embarcar, mais uma baixa de vulto… o comissário de terra Craveiro, foi forçado a ficar em Lisboa, mesmo após ter tratado de checkinar toda a comitiva e certificar que ninguém ficaria para trás.

Já dentro do avião, a comitiva digeria as baixas de última hora, e ultimava planos de ataque à cidade de Londres.

Sãos e salvos em terra, cheios de fome, Mister Zé grande tomou o pulso à coisa informando que a comida mais barata se encontrava à espera da comitiva já na estação de comboio. O mal nem era das batatas, mas …o molho..hmmmm…
BD (outro dos convocados), o jogador luso em terras de sua majestade, juntou-se à comitiva tratou de dar as devidas indicações e encaminhar os navegantes rumo ao Hotel.
Em romaria, com bagagem ou sem ela, a comitiva deu-se a conhecer a Londres, primeiro de Bus, depois de Comboio e finalmente de metro (durante a rush hour), sempre a ver passar bares, pubs, padarias, kebabs, mcdonnalds e afins… vista ideal para quem tem mais olhos que barriga.
Ninguém ficou indiferente à passagem da comitiva Estudantina, sendo o comentário mais frequente :”oh, goodie, black Adder is going on tv again”.

À chegada ao Hotel, o deslumbre foi total, recepcionista de Chaves, salão de jogos aberto 24 horas, bar/restaurante com comidas tradicionais londrinas como a picanha, a banana frita e o churrasco, situado numa zona calma e silenciosa com serviços de luxo dignos de reis da Mongólia. Segundo a força tranquila do norte este Pardieiro, perdão, hotel ficava no “nível -5 estrelas. Do trono tem-se uma vista linda…”

Libertos da bagagens a comitiva optou por seguir as indicações do mister grande e rumou a picadily, seguindo primeiro as indicações do mister Hunter fazendo um reconhecimento geral às redondezas do hotel, mesmo antes de seguir as indicações do mister traffic lights para comer qualquer bucha ali mesmo.  Felizmente o mister tomou as rédeas da acção.
Já em Picadilly, depois de uma volta de reconhecimento, os jogadores cansados de toda a viagem, sentaram-se na primeira esplanada que lhes pareceu porreira. Começaram-se a ouvir os primeiros tímidos acordes… Ao fim da primeira cerveja a timidez passou, e Picadilly rendeu-se aos jogares portugueses. O público juntava-se aos magotes, curiosos de todo o mundo questionavam-se em que teatro iria estrear a nova peça de Rowan Atkinson “black adder and flash gordon”.
Aos poucos a comitiva portuguesa ia engrossando com reforços vindos de todos os cantos do mundo, 3 caloiros foram os primeiros a chegar, seguidos de Sassi directamente da Noruega e Freud, munido do seu saco de batatas, o último do dia, trazido por um camião das obras qualquer.

Seguiu-se a ronda pelos Pubs locais, tarefa árdua mas a que o protocolo obriga. Começaram pelo Zoo e acabaram em  waterloo where big brother is watching you. Cansados de tanta obrigação social, os tugas voltaram ao hotel bafejados pelo sindroma de Estocolmo.  1º dia: Missão cumprida, Londres estava aos pés dos Portugueses.